póteses para a liquefação da barragem e uma delas ficou comprovada com o laudo pericial feito pela Polícia Federal: uma perfuração indevida em um dos pontos mais sensíveis do terreno.
Cinco dias antes da tragédia, uma perfuratriz começou a operar nesse local. O objetivo era coletar materiais do solo e instalar piezômetros, que são equipamentos utilizados no monitoramento das barragens de mineração.
Com essa constatação, a PF descartou a hipótese defendida pela Vale, de que o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão teria sido causada pela intensidade de chuvas nos dias anteriores, o que teria contribuído para o peso do reservatório aumentar. Segundo a PF, a vale deveria ter aguardado análises preliminares do trabalho de geotécnica, que começaram em outubro do 2018, para realizar essa intervenção.
Fonte: R7 / Com informações RecordTV Minas / Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros (26.02.21)
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