A Federação do Mali, sétimo maior país da África, se tornou independente da França no dia 22 de setembro de 1960. O país faz fronteira com Argélia, Níger, Mauritânia, Senegal, Costa do Marfim, Guiné e Burkina Faso.
Segundo Portas Abertas, o país ocupa a 28ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2021. O Mali era um país relativamente tolerante para os cristãos, devido ao maior registro de liberdades democráticas e civis em comparação a outros países de maioria muçulmana da região. No entanto, a guerra civil e a oportunidade que ela proporcionou aos grupos militantes islâmicos mudaram a situação e apresentam um sério risco e desafio para os cristãos.
A pobreza generalizada em um dos países mais pobres da África pode tornar muitos, particularmente homens e meninos, vulneráveis a manobras de recrutamento de grupos extremistas islâmicos. Homens e meninos cristãos no Mali estão particularmente sujeitos a ataques físicos violentos por causa da fé. Meninas e mulheres cristãs estão sujeitas a abuso sexual, casamentos forçados e precoces, além de não terem acesso à educação.
Aqueles que vivem em áreas rurais e remotas são especialmente suscetíveis ao recrutamento forçado por grupos violentos.
Da Redação do CPAD News/ Com informações Portas Abertas (22.09.21)
