No golpe, os criminosos enviam mensagens por meio do aplicativo WhatsApp a pessoas que têm ou tiveram processos judiciais na DPU.
Nessas mensagens, os golpistas utilizam o nome e a imagem de defensores públicos federais para induzir as vítimas a realizar pagamentos indevidos, sob a falsa promessa de liberação de valores em processos judiciais.
Outra estratégia comum é alegar a necessidade de pagamento de tributos, dívidas, custas de cartório ou honorários advocatícios para que o beneficiário receba o valor previsto na ação.
“A abordagem por contatos telefônicos ou mensagens costuma explorar a expectativa por boas notícias, mas inclui pedidos indevidos, como envio de dados bancários ou pagamento de taxas. A DPU reforça que seus serviços são totalmente gratuitos. As pessoas assistidas pela instituição são isentas do pagamento de qualquer valor em todas as fases do processo”, esclarece a Defensoria.
Casos semelhantes vêm sendo investigados por autoridades em todo o país.
Como se proteger de golpes
- Em caso de qualquer comunicação supostamente em nome da DPU, entre em contato pelos canais oficiais ou procure pessoalmente uma unidade da Defensoria para confirmar a veracidade das informações;
- Nunca realize pagamentos por boleto, PIX, depósitos ou cartão de crédito como condição para receber precatórios. A liberação de valores judiciais é feita em bancos credenciados, mediante alvará judicial, presencialmente pelo beneficiário ou por advogado com procuração;
- Desconfie de qualquer mensagem suspeita e verifique detalhes de documentos que possam ser falsos, como logomarcas, formatação estranha ou erros de português.
