DPU alerta para golpes de falsos defensores públicos em Alagoas No golpe, os criminosos enviam mensagens por meio do aplicativo WhatsApp a pessoas que têm ou tiveram processos judiciais na DPU Por Agência Brasil 27/04/2026 18h06 - Atualizado em 27/04/2026 18h06

No golpe, os criminosos enviam mensagens por meio do aplicativo WhatsApp a pessoas que têm ou                                                          tiveram processos judiciais na DPU - Foto: Reprodução


 A Defensoria Pública da União (DPU) emitiu alerta sobre a atuação de golpistas que se passam por defensores públicos federais para enganar assistidos que tiveram processos ajuizados pelo órgão.

No golpe, os criminosos enviam mensagens por meio do aplicativo WhatsApp a pessoas que têm ou tiveram processos judiciais na DPU.

Nessas mensagens, os golpistas utilizam o nome e a imagem de defensores públicos federais para induzir as vítimas a realizar pagamentos indevidos, sob a falsa promessa de liberação de valores em processos judiciais.

Outra estratégia comum é alegar a necessidade de pagamento de tributos, dívidas, custas de cartório ou honorários advocatícios para que o beneficiário receba o valor previsto na ação.

“A abordagem por contatos telefônicos ou mensagens costuma explorar a expectativa por boas notícias, mas inclui pedidos indevidos, como envio de dados bancários ou pagamento de taxas. A DPU reforça que seus serviços são totalmente gratuitos. As pessoas assistidas pela instituição são isentas do pagamento de qualquer valor em todas as fases do processo”, esclarece a Defensoria.

Casos semelhantes vêm sendo investigados por autoridades em todo o país.

Como se proteger de golpes

  • Em caso de qualquer comunicação supostamente em nome da DPU, entre em contato pelos canais oficiais ou procure pessoalmente uma unidade da Defensoria para confirmar a veracidade das informações;
  • Nunca realize pagamentos por boleto, PIX, depósitos ou cartão de crédito como condição para receber precatórios. A liberação de valores judiciais é feita em bancos credenciados, mediante alvará judicial, presencialmente pelo beneficiário ou por advogado com procuração;
  • Desconfie de qualquer mensagem suspeita e verifique detalhes de documentos que possam ser falsos, como logomarcas, formatação estranha ou erros de português.

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