Foto: divulgação/ Uol Notícia
Neste domingo (26), a Suprema Corte de Israel ordenou que o Estado corte benefícios financeiros concedidos a judeus ultraortodoxos que se recusarem a atender convocações para o serviço militar obrigatório. De acordo com dados militares, apenas 2,7% dos homens ultraortodoxos respondem às ordens de alistamento.
Apesar do serviço militar ser obrigatório para a maioria dos judeus israelenses, a partir dos 18 anos, eles eram isentos do alistamento desde a fundação do Estado de Israel, em 1948. A condição era que eles se dedicassem, exclusivamente, aos estudos religiosos. Desde o início dos anos 2000, esse status especial é questionado pela Suprema Corte daquele país.
Sem acordo no Parlamento para a criação de uma nova lei, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se viu obrigado a acatar o recrutamento.
Redação CPAD News / Com informações Notícias UOL
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