Foto: reprodução/ Instagram/marchforlife
Organizações holandesas em defesa da vida alertam que, desde 2022, a execução de procedimentos abortivos no país cresceu em 27%. O número chegou ao total de 39.438, em 2024, compreendendo uma média de 758 abortos por semana.
Diante dessa expansão, doze grupos emitiram uma carta conjunta dirigida a todas igrejas da Holanda, protestantes e católicas. Além de manifestar preocupação, eles pedem ajuda sugerindo que as comunidades cristãs promovam formação sobre o tema e assumam um papel mais ativo na defesa dos nascituros.
O documento, enviado nesta terça-feira (19), também destaca as recentes mudanças na política de acesso ao aborto no país. Em 2023, o governo revogou o período obrigatório de cinco dias de reflexão antes da realização do procedimento. Em 2025, foi autorizado que clínicos gerais prescrevam a pílula abortiva. E, desde março de 2026, foi liberado a solicitação de receita pela internet, com exigência reduzida de contato presencial com um médico.
Entre as ações, que as organizações sugeriram as igrejas adotarem, estavam: orações pelas mães, pelos pais e pelo fim da prática do aborto; apoio pastoral e diaconal a mulheres que enfrentam uma gravidez não planejada; atividades educativas por meio de encontros congregacionais ou reuniões de jovens; além da organização de coletas e da participação em iniciativas públicas, como vigílias e a Marcha pela Vida.
A carta foi assinada pelas entidades por doze organizações que compõem o núcleo do movimento pró‑vida na Holanda e representam um amplo espectro cristão, de grupos protestantes a católicos romanos, atuando em áreas como educação, apoio pastoral e assistência jurídica. São elas:
Kies Leven, Schreeuw om Leven, NPV – Zorg voor het Leven, DCBR, Juristenvereniging Pro Vita, Stirezo, Powerful Woman, Prolife Europe, Guido de Brès‑Stichting, One of Us Nederland, Jezus Leeft e Herman Boon Ministries.
Redação CPAD News/ Com informações Guiame
