Avião da Azul - Foto: Reprodução/Web
Pode parecer loucura, mas uma redução no peso dos passageiros poderia
gerar milhões de reais em economia para a companhia aérea. Foi o que
afirmou o CEO da Azul, John Rodgerson, ao comentar os impactos do
emagrecimento da população sobre os custos operacionais da sua empresa.
Durante
participação em um evento promovido pelo Itaú BBA e pela rede Pague
Menos, no último dia 9 de junho, o executivo explicou que o menor peso
transportado pelas aeronaves contribui diretamente para a redução do
consumo de combustível.
Segundo Rodgerson, a economia pode alcançar cifras expressivas caso a perda de peso dos passageiros se mantenha em larga escala.
“Eu
sou o maior promotor de caneta (emagrecedora) que existe, porque o
custo do combustível é o mais caro do mundo aqui no Brasil e dobrou nos
últimos três meses por causa da guerra”, afirmou Rodgerson.
O
presidente da Azul destacou que uma queda média de apenas dois quilos
por passageiro já produz impacto relevante nas contas da empresa.
“Se cada cliente perde 2 quilos, que é o que está acontecendo, eu vou economizar R$ 3 milhões por mês“, acrescentou.
A
lógica, segundo o executivo, se dá na relação entre peso e consumo de
combustível. Aeronaves mais leves demandam menos combustível para
operar, o que pode resultar em redução de custos quando essa diferença é
multiplicada pelo número de passageiros transportados todos os dias.
