Muçulmanos fulani matam oito cristãos na Nigéria Ataque na comunidade Gwomjang deixou ao menos 15 feridos Redação CPAD NewsBy Redação CPAD News2 de junho de 2026Updated:2 de junho de 20262 Mins Read

                                                                         Foto: reprodução/ ICC 

Na manhã do último domingo (31), homens armados invadiram uma comunidade agrícola predominantemente cristã no estado de Plateau, na região central da Nigéria, e mataram oito cristãos. Pelo menos outros 15 ficaram feridos.

A comunidade Gwomjang está localizada no distrito de Kadunu, na área de governo local de Mangu, próximo a cidade de Gindiri. A região no Cinturão Médio do país sofre constante violência e ataques armados, por disputas pelo uso das terras.

De acordo com testemunhas locais, os moradores retornavam dos cultos da noite e um encontro de oração feminina no momento em que os tiros começaram. Líderes comunitários relataram que os muçulmanos abriram fogo contra civis antes de fugirem do local.

Os disparos ceifaram a vida de quatro homens e quatro mulheres, enquanto os 15 feridos foram encaminhados às pressas para um centro médico próximo para receberem atendimento de emergência.

“Pelo que vimos durante o incidente, acreditamos que os agressores eram homens fulani. Convivemos com nossos vizinhos há muitos anos e, no passado, mantivemos relações pacíficas com eles”, contou Dung Ezekiel Sunday, líder jovem de Gwomjang.

Inúmeros ataques mortais por grupos armados são repetidamente relatados pelas organizações de direitos humanos, defensores da liberdade religiosa e líderes locais.

Nesta segunda-feira, 1º de junho, uma delegação enviada pelo presidente do governo local de Mangu, Emmanuel Bala Mwolpun, e liderada pelo vice-presidente Yakwen Nuhu Lawal, visitou a comunidade para se encontrar com as famílias enlutadas e os sobreviventes feridos.

As autoridades governamentais determinaram que as vítimas que estavam recebendo tratamento em instalações médicas locais fossem transferidas para o Hospital Universitário de Jos, um dos maiores hospitais de referência da região. O governo afirmou que arcará com todas as despesas médicas deles.

Durante sua visita à comunidade, Yakwen Nuhu Lawal pediu aos moradores que colaborem com as agências de segurança e denunciem qualquer atividade suspeita, para que medidas rápidas sejam tomadas.

 

Redação CPAD News/ Com informações Internationa Christian Concern (ICC)


 

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem